quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Carroceiros são acusados de maltratar égua em Maringá (SC)

A Polícia Civil (PC) de Maringá está a procura de dois carroceiros acusados de maus-tratos a animais. A denúncia foi feita na tarde desta quarta-feira (21) pela representante da Organização Não Governamental (ONG) Olha o Cão, Maria Helena Vidal Pereira Biff. Ela acusa a dupla de maltratar uma égua de cor marrom utilizada para puxar a carroça com a qual transportam resíduos de materiais de construções.

Maria Helena relatou na 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá que as denúncias contra os dois carroceiros são frequentes na ONG. Os homens teriam sido flagrados inúmeras vezes espancando o animal com barras de ferro pelas ruas da cidade.

Um dos flagrantes aconteceu na tarde de sábado (17), no Jardim Indaiá, e revoltou os moradores. Os populares relataram à Polícia Militar (PM) que, por conta do excesso de peso da carga, a égua não conseguiu subir uma rua íngreme do bairro e foi brutalmente agredida pelos carroceiros.

A representante da ONG disse desconhecer a identidade dos carroceiros e os descreveu como pessoas morenas. Os dois seriam dependentes químicos. A PC está investigando o caso e pede a ajuda da população para identificar os acusados. Quem tiver informações ou flagrar a dupla maltratando o animal deve denunciá-la ao investigador Ivan no telefone 3218-6600. A denúncia pode ser anônima.

Fonte: O Diário

Maria Vieira e seus 124 cães - SC

Protetora cuida de 124 animais resgatados, em SC

Foto: Divulgação/ Isabel

Imagine ter três ou quatro animais. Comprar comida, cuidar da saúde e dispensar atenção e carinho a eles. O trabalho será dispendioso em tempo e dinheiro. Então pense em 124 cachorros em casa.
A aposentada Maria Vieira pensou. Morando na localidade de Santaninha, no interior do município de Urussanga (SC), ela cuida sozinha de todos os animais. Segundo Maria, as despesas com comida são de 20 quilos de arroz e 30 de ração por dia. Mas diz que não é suficiente, pois possui cachorros grandes que precisam de uma quantidade maior de alimento.

Foto: Divulgação/ Isabel

A aposentada relata que uma veterinária de Criciúma presta seus serviços aos cãezinhos gratuitamente, e a ONG SOS Vira-lata auxilia com mantimentos, além de pessoas anônimas que a ajudam financeiramente com pequenas quantias.
“Os gastos podem chegar até R$ 700,00 por mês. Eu pago porque não quero que os cães passem nenhuma necessidade”, afirma. No local há todo tipo de cachorros. Desde os simpáticos vira-latas, como também os de raça. Alguns velhos e cansados e outros que acabaram de nascer. Todos esquecidos, abandonados ou simplesmente entregues a dona Maria. “Troquei o conforto da cidade de Criciúma, onde morava, para me dedicar exclusivamente a eles, que são como filhos”.

 
Foto: Divulgação/ Isabel

Foto: Divulgação/ Isabel

Para ajudá-la ou adotar um dos cães, entre em contato com Isabel por meio do telefone (48) 9185-8777 ou do email isabelcoradi@gmail.com .

Fonte: Satc

Estrela curte aposentadoria na sede da ONG Chicote Nunca Mais - RS

chicote nunca mais
Foto: Divulgação/ Chicote Nunca Mais

A égua Estrela agora está aposentada na sede da ONG Chicote Nunca Mais. Se está frio ela usa capa, e quando chove também usa touca. “A touca ela não aprovou. Fica muito braba, com as orelhas para trás”, explica a presidente da Chicote, Fair Soares.

chicote nunca mais
Foto: Divulgação/ Chicote Nunca Mais

Nos outros dias, opta por ficar no quarto, rolando na cama, ou vai pegar Sol. “Ela está mais gordinha, e o pêlo está muito brilhante. Vida merecida depois de ter ficado aleijada de tanto trabalhar”, diz Fair.
Estrela foi resgatada em Gravataí (SC) de carroceiro muito pobre, Na ocasião, Estrela estava com as patas tortas e mal se levantava. O carroceiro entrou em contato com a ONG, pois sua difícil situação financeira não permitia cuidar do animal de forma adequada.

chicote nunca mais
Foto: Divulgação/ Chicote Nunca Mais

Para conhecer e ajudar a ONG Chicote Nunca Mais acesse: http://www.chicotenuncamais.org/

Fonte: ANDA

terça-feira, 10 de maio de 2011

ABSURDO: Ibama multa em R$ 105 mil “ambientalista” que participava de assassinatos de onças no Pantanal

Você viu essas cenas na televisão, não é?

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) aplicou uma multa no valor de R$ 105 mil contra a “ambientalista” e pecuarista Beatriz Rondon, por caça de animais silvestres no Pantanal do Mato Grosso do Sul. A “ambientalista” foi flagrada participando de um safári promovidos para caçar onças em um vídeo enviado para a Polícia Federal por um estrangeiro mostra como eram os safáris, promovidos para caçar onças na região. Imagens enviadas à Polícia Federal (PF) por um estrangeiro mostram um grupo de caçadores, acompanhados de cães, atirando nos animais. Os pacotes para os safáris eram vendidos no exterior como atração turística.

Nas imagens, Beatriz Rondon aparece dizendo que uma das onças abatidas havia atacado o gado dela. Na noite de quinta-feira, a PF apreendeu na propriedade da pecuarista material usado nos safáris, além de crânios de onças e pele de uma sucuri. O valor da multa foi decidido após uma perícia nas partes desses animais.

As cenas do vídeo são chocantes. Elas mostram caçadores atirando nos animais, uma onça parda e outra pintada. Também mostram diversos cães ao redor de uma onça pintada abatida. Os caçadores usam espingardas e carabinas. Numa das cenas, os caçadores atiram em uma onça que está sobre uma árvore. Em outra imagem, uma onça pintada também é atingida numa árvore e cai. Os animais são abatidos sem ter esboçado qualquer tipo de ataque aos caçadores.

O vídeo, anexado ao inquérito que investiga as caçadas ilegais, deu início início às operações da PF em conjunto com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama/MS) para combater esse tipo de atividade.

Na última quinta-feira, os policiais apreenderam várias partes de animais, armas e centenas de munições, além de objetos usados para caçar onças. O material – utilizado em safáris ilegais – estava na fazenda Santa Sofia, localizada nas proximidades de Aquidauana, no Panatanal, a 130 km de Corumbá. A dona da propriedade, a pecuarista e “ambientalista” Beatriz Rondon, não foi indiciada. As investigações continuam.
Na propriedade foram apreendidas 12 galhadas (espécie de chifre) de cervo, dois crânios de onça, uma mandíbula de porco monteiro, uma pele de sucuri com 3,5 metros, cinco revólveres calibre 38, uma pistola 357, uma carabina, dois fuzis, 17 caixas de munição de diversos calibres, dois alforjes (um tipo de bolsa muito usado pelos caçadores), além de dois tubos de um instrumento de sopro que simulam o esturro, que serve para atrair onças.

Os detalhes da operação foram divulgados nesta sexta-feira pelo superintendente do Ibama, David Lourenço. Segundo ele, ninguém foi preso ou autuado ainda, porque não houve flagrante e o Ibama aguarda a perícia dos materiais para definir o tipo de punição a ser aplicada. Os crânios de onças foram levados para serem periciados na Embrapa Pantanal (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). A multa é de R$ 5 mil por animal abatido, mas neste caso, se for confirmada que o dono da fazenda cobrava pacotes turísticos que incluia a caça de animais silvestres, o valor pode der dobrado.

Segundo o superintendente do Ibama, as investigações apontam que turistas estrangeiros pagavam de US$ 30 mil a US$ 40 mil para praticar a caça na propriedade pantaneira. Nesse valor estão incluídos passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além de armas e munições usadas na caça.

- A propriedade também funcionava como uma pousada – diz o delegado Alexandre do Nascimento.
De acordo com o superintendente, as investigações na fazenda começaram depois que a PF recebeu de um norte-americano um vídeo que mostra vários turistas abatendo animais.

- Isso é uma evidência clara de que os safáris eram feitos em Mato Grosso do Sul e por isso precisam ser investigados mais profundamente – afirmou Lourenço.

No vídeo, também aparece participando do safári Marco Antonio Moraes de Melo, o Tonho da Onça. No Pantanal, ele é famoso por ser o maior caçador de onças da região. Há anos, ele ficou conhecido na mídia nacional como sendo exemplo de homem que se converteu de caçador a um grande defensor dos animais. Nas reportagens, ele apareceu participando de projetos de proteção aos felinos.

Na Operação Jaguar I, realizada em julho do ano passado pela PF e Ibama, quatro pessoas foram presas acusadas de realizar a matança de animais em extinção no Pantanal. Tonho da Onça escapou da ação e desde aquela época é considerado foragido, por estar com mandado de prisão expedido pela Justiça. Na gravação recebida pela PF, a data que aparece é 2004, portanto, bem antes da Operação Jaguar I.

O advogado da ambientalista, Renê Siufi, disse que as armas localizadas na propriedade são todas legalizadas e que Beatriz não ‘tem interesse em matar onças e nem permitir que se faça esse tipo de atividade’.


Fonte: O Globo

Nota da ANDA: O crime realmente compensa, enquanto os matadores cobravam 40 mil dólares por safári, cada animal assassinado custa para eles apenas cinco mil reais. Ou as leis mudam ou criminosos continuarão  agindo. Eles teriam que pagar milhões de reais e irem para cadeia.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Em decisão histórica, Justiça de SP proíbe Le Cirque de usar animais

A ação civil pública ajuizada pela Promotoria do Meio Ambiente de São José dos Campos contra a empresa circense conhecida como LE CIRQUE, que utilizava animais em seus espetáculos, foi julgada procedente pela 6ª Vara Cível daquela comarca (processo original n. 1071/06), sendo tal decisão finalmente confirmada pelos Tribunais Superiores.
 
Sob o argumento de que ocorre abuso na utilização ou exibição de animais cativos em espetáculos públicos, além de violação ao dispositivo constitucional que veda a submissão de animais à crueldade, os promotores Laerte Fernando Levai (colunista da ANDA) e Larissa Crescini Albernaz, ingressaram com referida ação aos 13 de julho de 2006, solicitando ao Poder Judiciário a antecipação da tutela para que a empresa LE CIRQUE fosse proibida de utilizar ou exibir quaisquer animais em sua temporada naquele ano e também em datas futuras, vedando-se também a exibição de animais enjaulados ou acorrentados, como propaganda, dentro ou fora do local em que estiver instalado o circo. Depois de quase cinco anos de tramitação, grande parte desse tempo nos Tribunais Superiores, o processo chegou ao fim.

Vale a pena conhecer todas as etapas desse caso que se torna histórico no Brasil. Tudo começou quando o LE CIRQUE se instalou em São José dos Campos fazendo propaganda maciça mediante a utilização de carros de som pelas ruas e até mesmo com um pequeno avião que sobrevoava a cidade para anunciar, a toque de corneta, o espetáculo público que se utilizava de animais. Tão logo tomou conhecimento do ocorrido, a Promotoria de Justiça – que já vinha acionando judicialmente todas as companhias circenses que chegavam na comarca – não hesitou em processar também o LE CIRQUE, na tentativa de impedir a utilização de animais em seu empreendimento artístico. Daí a razão da imediata propositura, pelos promotores acima referidos, de uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA, cujo teor pode ser lido na íntegra no site Olhar Animal.

Fonte: Olhar Animal

quinta-feira, 5 de maio de 2011

REPÚDIO À CAPITOLLIUM! Loja de Curitiba lança campanha “Temporada de Caça ao Estilo”

Após matérias publicadas na ANDA abordando o uso cruel de peles verdadeiras na produção da coleção inverno 2011 de algumas empresas nacionais, e a mobilização de defensores de animais de todo o país pelas redes sociais, três grandes marcas  (Iódice, Colcci e Arezzo) recuaram e em comunicados oficiais se comprometeram a nunca mais usar peles de animais em suas peças.

Exatamente no momento em que cresce a consciência das empresas do setor  sobre a questão, a loja Capitollium, de Curitiba (PR) lança a campanha “Temporada de Caça ao Estilo”, associando a matança de animais a um modo de vida pretensamente “sofisticado”.

A campanha amoral exibe um homem portando arma de fogo e, em suas mãos, duas raposas abatidas. A imagem desprovida de qualquer conteúdo ético mostra ainda um cão sugerindo que é explorado para matar outros animais.

A falta de consciência dessa marca, que foi criada em 1989, é estarrecedora. Enquanto o mundo se conscientiza de que a elegância e a beleza não combinam com crueldade e violência, esta empresa que tem apenas duas lojas em Curitiba faz exatamente o contrário.

As imagens estão disponíveis também no catálogo da empresa.

Manifeste seu repúdio e exija que a campanha publicitária seja imediatamente encerrada, com a retirada das peças do site e de outros veículos onde tenham sido expostas. Se desejar, use a mensagem abaixo, enviada pelo Olhar Animal como modelo para enviar à empresa no email: contato@capitollium.com.br

ASSUNTO: Temporada de caça ao estilo
Srs.
Escrevo para manifestar meu repúdio à campanha intitulada “Temporada de caça ao estilo”. Peças publicitárias exibindo animais mortos em caça (mesmo que se trate de uma simulação), bem como a exibição das armas de fogo são de extremo mau gosto e transmitem valores que gostaria de ver banidos, como a violência, a crueldade, o desrespeito à vida. A cada dia cresce a consciência sobre o valor da vida animal, seus direitos e o respeito devido a eles, porém os srs. dão este péssimo exemplo à população, alçando a covarde e execrável “caça” à condição de símbolo positivo de status e, pior, usando isto como inspiração para fazer moda. Que valores os senhores acham que estão difundindo?

Solicito que a campanha seja imediatamente encerrada e as peças retiradas do site e de outros veículos onde estejam sendo exibidas.

PARTICIPE! ENVIE SEU EMAIL AOS REPRESENTANTES DA MARCA E AJUDE NA LUTA POR UMA SOCIEDADE MAIS ÉTICA E JUSTA PARA TODOS OS SERES!

FONTE: Anda

terça-feira, 3 de maio de 2011

DIREITO E JUSTIÇA AOS ANIMAIS RECEBE ARTIGOS PARA PUBLICAÇÃO!


Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, ideias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição. Voltaire


PARTICIPE DO SITE DIREITO E JUSTIÇA AOS ANIMAIS! ENVIE SEU TEXTO PARA PUBLICAÇÃO!

Somente através do debate, trocando idéias e agregando experiência, poderemos contribuir para a construção de uma sociedade mais ética e justa para todos os seres, onde não haverá discriminação em função da espécie e onde todos os seres terão o mesmo direito à vida.

Envie seu artigo (pesquisa científica ou opinião) para o site e ajude na luta pelo reconhecimento dos direitos dos animais.

Os textos devem ser enviados para o email dejanimais@gmail.com ou pelo site. Para informações entre em contato.


** Regulamento para envio de material**

- o artigo no formato pesquisa deverá conter todas as informações bibliográficas, além de estar acompanhado de breve apresentação do autor;
- o artigo no formato opinião dispensa referências, mas também deve vir acompanhado de breve apresentação do autor;
- em se tratando de texto de terceiro, a autoria deve ser informada, bem como deve haver indicação de link, caso o texto esteja disponível na internet.
- o texto não precisa estar formatado. A formatação do site é padronizada.


NÃO BASTA TER COMPAIXÃO. É PRECISO AGIR. PARTICIPE!

Impunidade: Vizinho mata cachorro com espingarda de pressão em Rolândia (PR)

Um cachorro foi morto com tiro de espingarda de pressão, nesta segunda-feira (2), em Rolândia (24 km de Londrina, no PR). A tutora foi surpreendida com o barulho do disparo quando fazia uma caminhada pelo bairro e, em seguida, viu seu animal ganindo e sangrando.
O cão não resistiu aos ferimentos e, logo depois, morreu. A Polícia Militar foi chamada para apurar de quem seria a arma e fez uma revista na casa do vizinho de Roseli Correa, a tutora do cachorro. No local, a tutora entregou a espingarda de pressão de seu marido, usada para atirar no animal.
O dono da arma foi à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos, mas não foi informado se foi um acidente ou se houve premeditação.

Fonte: O diário.com

Outro caso de zoofilia: Homem é preso em Pernambuco por manter relações sexuais com uma cabra

O agricultor Cícero Ferreira Alves, de 30 anos, foi preso nessa segunda-feira (2) após ser flagrado por policiais mantendo relações sexuais com uma cabra no município de Saloá, Agreste de Pernambuco.
Os policiais chegaram ao local após a esposa do agricultor, Rosimere Ferreira, ter ido à delegacia do município queixar-se que o marido a havia expulsado de casa junto com a filha de 17 anos. Ao chegarem no quintal, os agentes viram Cícero fazendo sexo com o animal.
Ele foi autuado em flagrante e levado para a cadeia pública de Saloá.

Fonte: JC Interior

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Procura por gato perdido em aeroporto continua em Brasília (DF)

Os esforços na busca pelo gato Esquilo permanecem. Banners foram fixados em locais de grande circulação, como pontos de ônibus, portarias de edifícios próximos e nos Correios. A GOL também elaborou cartazes que foram colocados nos murais das empresas que atuam no aeroporto de Brasília para que todos os colaboradores tenham acesso à informação.
As rondas de carro e a pé também são constantes, uma busca intensiva será feita nas dependências do aeroporto durante a noite de hoje, 29.  Ao longo do fim de semana, além das rondas, a procura será intensificada. A GOL contará com o apoio voluntário escoteiros Hokma-Guará para a distribuição de panfletos.

A GOL recebeu a informação de que um gato com características semelhantes ao perdido estava na Ceilândia, Cidade Satélite de Brasília. Uma equipe da GOL foi até o local pela manhã, mas infelizmente não era o mesmo gato. Era uma simpática gatinha que já recebeu um novo lar, foi adotada pela gerente da base da companhia na Capital Federal.



No início da tarde teve um outro alarme, porém falso. A equipe da GOL foi avisada sobre um gato, com características semelhantes ao perdido, que estaria no Jardim Zoológico de Brasília. Juntamente com o dono do Esquilo fomos até o local, mas o cliente não o reconheceu.

Mesmo sem novas informações sobre o paradeiro do gatinho, as buscas continuam. A companhia já mandou confeccionar banners que serão fixados em locais estratégicos de Brasília, no começo da noite.
Também durante a noite, já estão programadas, junto à INFRAERO, rondas no aeroporto em locais mais afastados da pista.

“Destacamos nossos procedimentos para o transporte de bichos passam, nesse momento, por revisões constantes para que sejam continuamente melhorados”.



O transporte

Esclarecemos que o gato foi despachado em Palmas (TO) na segunda-feira (25) e, no mesmo voo do seu tutor, partiu com destino final a Campinas (SP). No desembarque da conexão, em Brasília, observou pelos painéis de vidro do Finger o momento em que seu gato escapou do kennel, compartimento de transporte.
A companhia tomou providências para solucionar o caso. Juntamente com o tutor do animal, a GOL, a INFRAERO e a empresa de serviços aeroportuários, Swissport, realizou buscas no entorno de todo aeroporto Juscelino Kubtchek. Ontem (26), elas foram reforçadas com a fixação de anúncios com foto, informações do animal e contatos do dono em pontos estratégicos do aeroporto.



Fonte: Blog VoeGol

Prefeitura de Ponta Grossa (PR) desobedece liminar que proíbe o uso de esporas em animais em rodeio

Mesmo diante da Ação Civil Pública de número 0010586-38.2011.8.16.0019 conquistada pelo Grupo Fauna, entidade de Defesa dos Direitos Animais e Ambientais, a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PR) e demais organizadores do 17º Rodeio Crioulo fez o uso de esporas nas provas de gineteada (montar em cavalo e fazê-lo corcovear e dar pinotes, agarrando-se eu sua crina), fato comprovado por membros do Grupo Fauna e Ativeg PG no dia 30 de maio de 2011.

Os militantes voluntários estiveram fiscalizando exaustivamente as provas e registrando com fotografias e filmagens. As provas com o uso de esporas iniciaram no final da tarde.

A decisão liminar proibiu “qualquer subterfúgio capaz de provocar nos animais sofrimento atroz ou que vise estimular sua inquietação injustificada, como a espora pontiaguda, o uso de choques elétricos e/ou mecânicos, ou ainda o espancamento nos bretes”.

Acompanhe a notícia em vídeo.

De acordo com a liminar concedida ao Grupo Fauna, neste caso a Prefeitura Municipal e demais organizadores do 17° Rodeio Crioulo ficam sujeitos à multa pecuniária de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por cada prática contrária ao comando judicial.

Em princípio, a o Grupo Fauna entrou com pedido de proibição de todo e qualquer apetrecho ou atividade que gerasse maus-tratos aos animais, bem como a proibição das atividades de “rodeio mirim”, onde crianças são incentivadas precocemente à esta prática, considerada cruel diante de uma série de justificativas citadas na Ação Civil Pública, como o incentivo à banalização da violência e exploração dos animais, dentre eles filhotes, como terneiros e animais pequenos, como ovelhas, utilizadas em provas de laço e rodeio mirim.

De acordo com a vice-presidente da entidade, Andresa Jacobs, “se recebemos incansáveis alegações dos defensores de rodeio de que o uso do laço, sedém, esporas, eletrochoques e espancamentos no brete não interferem no comportamento dos animais, nada mais lógico do que não realizá-los, pois são, desta forma, desnecessários. Fomos acionados pela organização do 17° Rodeio para que fizéssemos um acordo para permitir o uso da espora, o que foi imediatamente negado. Sabemos que se não há maus-tratos, os animais não pulam, pois estes inocentes só dão o ‘show’ que os organizadores querem, às custas de terror e dor. Nossa missão é essa, ser a voz dos que não tem voz, assim faremos sempre que necessário e possível.”
A entidade aguarda providências e informações da justiça para que os réus sejam punidos pelo descumprimento da decisão liminar.

Grupo Fauna

O objetivo das ações do Grupo Fauna, além de coibir diretamente os maus-tratos aos animais, é de informar e sensibilizar a população de que práticas como a dos rodeios, sejam eles crioulos ou não, são consideradas completamente desnecessárias e violentas, atingindo seres que não tem condições de escolha nem autodefesa.

“Práticas como estas, arcaicas e retrógadas, não podem ser defendidas pelo simples fato de terem um histórico arraigado culturalmente na sociedade. Toda cultura é passível de mudança, graças a Deus, se não estaríamos até hoje lançando cristãos aos leões ou escravizando as pessoas de pele negra”, completa Andresa.

Contato: grupofauna@gmail.com

FONTE: ANDA

domingo, 1 de maio de 2011

OPINIÃO: Somos todos comida - João Ubaldo Ribeiro


Depois da notícia de que, ao fim de prolongado debate jurídico, foi negado por um tribunal o habeas corpus impetrado em favor de um chimpanzé enjaulado em solidão no Zoológico de Niterói, vieram ao conhecimento público outras providências judiciais em nome de animais, pelo Brasil afora. Isso está ficando interessante. Antigamente, era fácil dizer que os animais não tinham direito nenhum, pois não são sujeitos de direito, não são pessoas, não podem acionar o poder judiciário, da mesma forma que não têm deveres, nem podem ser interpelados pela justiça. Direitos e deveres são província exclusiva do ser humano e, embora isso não soe bem, um cachorro, por exemplo, não tem o direito de não ser maltratado. O homem é que tem o direito de estabelecer em lei que maltratar um animal é criminoso e de protestar e intervir, quando a lei for descumprida.
 
 
Kimimasa Mayama/Reuters
Mas vivemos tempos mais complexos e em transformação quase frenética. As crenças antes estabelecidas e praticamente unânimes hoje mudam o tempo todo, somos intimidados pelas descobertas da física quântica, as certezas se tornam indagações e a eventual sensação de que ninguém sabe nada é inevitável. Já há quem sustente que pelo menos os chamados animais superiores, como o mencionado cachorro, têm consciência e emoções. Os donos de cachorros frequentemente acham que estes pensam, raciocinam e comunicam seus pensamentos, só faltando mesmo falar. Logo, têm direitos e talvez a única coisa que lhes negue a condição de sujeito de direito seja a circunstância de que a linguagem do cachorro ainda não tem tradutores oficializados.

Mas talvez passe a ter no futuro e alguém venha a dizer que o Rex está se sentindo prejudicado pelo seu dono e quer constituir advogado, para o que aplicará a impressão de sua pata em uma procuração.

De certa forma, isso já começa a acontecer, como demonstra o caso do habeas corpus do chimpanzé. Seus advogados inferiram que, sem companhia e encarcerado, o chimpanzé é infeliz e consegue comunicar que, sim, gostaria de ser transferido para uma moradia condigna. Considerando a maravilhosa diversidade do ser humano, acho que, a partir desse precedente, viremos a testemunhar ações movidas não somente por cachorros, gatos, peixes de aquário e outros animais domésticos, mas também, antecipo eu, por bois de corte ou por frangos para abate. Não descarto até mesmo a possibilidade de medidas contra o que certamente se chamará "zoofobia", em cuja ilícita prática serão enquadrados, por exemplo, os que usarem as palavras "galinha", "vaca" ou "cadela" com intenção pejorativa.

A situação deverá evoluir, em futuro talvez não muito distante, para o estabelecimento dos níveis de consciência das espécies e a consequente maior ou menor abrangência de seus direitos. Não é descabido imaginar a promulgação de uma Declaração Universal dos Direitos dos Cães, ou do Estatuto do Gato e assim por diante, cada um deles definindo os critérios aplicáveis a cada espécie. É complicado, porque, por exemplo, o direito de latir, certamente parte indissolúvel da liberdade de expressão canina, pode conflitar com o direito ao silêncio de um vizinho humano, o que requererá imaginação e engenho da parte de legisladores e magistrados.

Questões éticas e morais, filosóficas mesmo, terão que ser encaradas, por mais incômodas que sejam. O morcego, em muitos casos inofensivo, amante das frutas e polinizador de pomares, pode ser discriminado apenas por ter, na opinião da maior parte das pessoas, uma aparência assustadora ou repulsiva? Nos desenhos animados e historietas infantis, serão adotadas cotas para a inclusão de animais normalmente marginalizados, a exemplo de lacraias, lesmas e piolhos? Aliás, é um direito do piolho infestar cabeleiras improdutivas e sugar uma cesta básica de sangue? Estará sujeito à acusação de omissão de socorro aquele que negar a uma futura mamãe mosquito da dengue o direito a uma picadinha que a ajudará a perpetuar sua espécie?

De propósito, deixei para o fim o direito mais básico, o direito à vida. Sem ele, evidentemente, os outros perdem o sentido. Pensando nele, argumentam os que se negam a consumir qualquer produto de origem animal. Nossa comida deveria ser apenas a que se consegue obter sem destruir nenhuma vida, nem mesmo, talvez, a das plantas. Nós somos os reis da Criação e não podemos agir como predadores.

Nós somos, isso sim, os reis da presunção. Imaginamos que a nossa moral é a moral da natureza, como se a natureza tivesse moral. Na natureza, continua um alegre come-come por tudo quanto é canto, um comendo o outro afanadamente, às vezes até de forma surpreendente, como no caso de um pelicano londrino que vi na internet. Esse pelicano, em seu andar balançado na grama de um parque, viu e fingiu nem notar um pombo a seu lado. Mas, num movimento rapidíssimo, engoliu o pombo, que ficou se agitando dentro daquele papo enorme, sem chance de escapar. Se as pessoas presentes à cena fossem do tamanho de pombos, o pelicano sem dúvida as comeria também, porque é assim a natureza.

Nós achamos que somos os grandes comedores, só porque, do nosso ponto de vista, ocupamos o topo da cadeia alimentar. Ocupamos nada. Cada um de nós, mesmo os que não portam parasitas, é hospedeiro de uma infinidade de "ecossistemas", para não falar nos muitos animais que, por exemplo, vivem do sangue de mamíferos, inclusive nosso. Nós somos os favoritos de nós mesmos, não da natureza. Nossos corpos, biodegradáveis como são, para outras espécies não passam de simples comida e, homens, bichos ou plantas, a Terra acabará digerindo todos nós.

FONTE: Estadão

Fotógrafa registra o sofrimento das aves em granjas


O projeto “O mundo precisa de amor”, da fotógrafa paulistana Sueli Bonturi, traz imagens da trágica vida das aves criadas para exploração humana. A autora define o trabalho assim:

“O mundo precisa de amor
As aves criadas em granjas têm um ciclo de vide de, em média, 45 dias.
Elas têm dificuldade de locomoção não apenas pela falta de espaço, mas pelo excesso de peso que seus ossos não suportam.
O excesso de peso é causado por hormônios. O ser humano prefere se alimentar de aves grandes e carnudas.
Vivem em galpões quentes e superlotados e habitam em cima de seus próprios excrementos.
O que o mundo precisa é de amor, não apenas para alguns, mas para todos.”

Clique aqui para ver mais fotos.

Assista ao vídeo com as imagens:





Fonte: Vista-se

Polícia Militar fecha local onde funcionava rinha de galo em Balsa Nova (PR)

A Polícia Militar do Paraná fechou na tarde deste sábado (30) um sítio onde eram realizadas brigas de galo. O flagrante foi em Balsa Nova, que fica a 50 km de Curitiba.

Na hora em que os policiais chegaram, 53 pessoas estavam no local. Todas foram identificadas e devem assinar um termo circunstanciado se comprometendo a dar explicações ao juíz.

No sítio também foram apreendidas munição, pólvora, anabolizantes e 11 galos que disputavam as ‘rinhas’. O serviço de inteligência da PM chegou ao lugar através de uma denúncia anônima.

Fonte: G1

Tutor de gato perdido em Brasília diz que volta para Campinas na segunda

O pesquisador Maicon Saul Faria, que está no aeroporto de Brasília desde segunda (25) em busca do gato de estimação, afirmou que volta a Campinas nesta segunda (2) mesmo se não encontrar o animal, chamado Esquilo.
O gato fugiu no momento em que funcionários transferiam de aeronave as bagagens na pista do aeroporto. Faria retornava para Campinas depois de férias em Palmas, no Tocantins, com conexão em Brasília.
Faria diz que vai negociar com a empresa aérea para que a procura pelo gato continue. “Como eu não vou estar aqui, a Gol precisa se comprometer com a busca do animal”, disse.
Segundo a Gol, a procura será intensificada durante o final de semana. A empresa contará com a ajuda de um grupo de escoteiros para distribuir panfletos.
Na noite desta sexta (29), a esposa do pesquisador deveria chegar a Brasília para ajudá-lo na busca. “São duas vozes que ele conhece chamando”, explica Faria.
Eles vão procurar Esquilo em áreas restritas próximas ao aeroporto na noite desta sexta. E, além da ajuda na busca, Faria explica que a esposa vai dar “apoio moral”. “É uma situação ruim de ficar sozinho”, disse.
Fonte: G1

Entenda o caso: 


Tutor procura por gato perdido em aeroporto de Brasília
Tutor de gato desaparecido em aeroporto de Brasília diz que falta segurança no transporte de animais

Moradores de Joinville organizam protesto contra crueldade à gata Lua







Moradores da rua Fernando Machado, no América, e defensores de animais de Joinville (SC) estão mobilizando a população para um protesto neste domingo (1). O motivo é o desaparecimento da gata Lua, na manhã de quarta-feira (27.)

Segundo moradores da rua Fernando Machado, um jovem da vizinhança atingiu a gata com um arpão de pesca submarina e pulado o muro da casa onde moram Wanderley Magalhães e Eliane Ramin para retirar o animal ferido do quintal. Em seguida, teria colocado a gata no porta-malas do carro e sumido com ela. Um vizinho e uma funcionária da família teriam testemunhado toda a ação deste vizinho. Até esta sexta-feira, a gata não tinha sido localizada.

A manifestação está marcada para ocorrer em frente à casa de número 190 da rua Fernando Machado, América, onde a gata vivia. “No domingo faremos um ato pela paz e uma homenagem à gatinha Lua, cruelmente atingida por um arpão de pesca e raptada de sua casa. A família da Lua precisa saber que tem com quem contar. A Sophia, uma linda garotinha de oito anos, está sofrendo muito. Não podemos permitir que a Sophia cresça acreditando que todas as pessoas são más”, destacou a integrante da ONG Frada (de defesa dos animais), Ana Rita Hermes. “Doem uma hora do seu domingo para a Lua, a Sophia e todos os seres que sofrem maus-tratos. Juntos seremos a diferença que queremos no mundo”, pediu Ana Rita.

O convite é reforçado por Mandilow Pinho, em recado deixado no site do Notícias do Dia. “Convidamos toda a população que fica indignada com tanta violência gratuita, os ativistas pelos direitos animais, pelos direitos humanos e pelos direitos de todas as minorias, a participarem domingo de um ato pacífico contra toda forma de covardia, violência, crueldade e abusos.” Ele sugere que os manifestantes vistam camiseta branca ou com estampas de animais, levem lenços brancos, faixas e cartazes. O protesto, neste domingo, começa às 16h.

A agressão e o sumiço da gata estão sendo investigados pelo delegado Leonardo Machado, da 2ª DP.
Fonte: ND Joinville

OAB faz protesto contra prisão de advogados que maltrataram pit bull





Advogados e defensores dos animais se encontraram ontem na porta da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), durante o manifesto de desagravo em favor dos três advogados que acusam a Polícia Civil de invadir o escritório deles, desacatá-los e prendê-los. O fato ocorreu no dia 21 de março, durante o resgate de um cão.

O animal, da raça pit bull, que estaria sofrendo maus-tratos, sem comida e água, foi entregue à Associação Voz Animal (AVA), mas morreu depois de 20 dias internado em uma clínica particular. Desidratado e desnutrido, o cachorro apresentou complicações renais irreversíveis.

O ato, aprovado pelo Tribunal de Defesa das Prerrogativas da seccional de Mato Grosso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mobilizou cerca de 50 profissionais. No entendimento da OAB, a ação policial violou prerrogativas profissionais asseguradas aos advogados pela Constituição Federal, ao prender e atuar em flagrante os advogados Luiz Carlos de Oliveira Assumpção, Luiz Carlos de Oliveira Assumpção Júnior e Augusto Cesar Fontes Assumpção.

Para definir de que forma protestar, a entidade instaurou um procedimento e aprovou o desagravo público como forma de chamar a atenção da sociedade para o abuso da autoridade policial.
O que os advogados não previam era que no mesmo local encontrariam manifestantes em favor dos animais, do delegado Carlos Fernando da Cunha e dos policiais que atuaram no resgate.

A médica veterinária integrante da AVA, Adriana Borsa, que acompanhou os policiais no resgate do cão e ontem participou do protesto, garantiu que não houve abuso por parte dos policiais. “Ao contrário, nós é que fomos agredidos moralmente”, reclamou.

O delegado Carlos Cunha não estava na delegacia no momento do protesto. A Diretoria de Atividades Especiais, a qual a Delegacia Especializada do Meio Ambiente é subordinada, emitiu um comunicado em defesa dos policiais.

O procedimento do delegado foi legal, trouxe a nota, em razão do impedimento da ação policial, dispositivo previsto no artigo 69 da Lei 9.605/1998 de Crimes Ambientais, que diz “obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de questões ambientais” e no artigo 32, da mesma lei, que trata de maus-tratos de animais.

Polícia garante que advogados presos em flagrante promoviam maus-tratos contra pit bull

A Diretoria de Atividades Especiais da Secretaria de Segurança Pública reafirmou nesta sexta-feira que prendeu três advogados por terem sido confirmados maus tratos a um cachorro pit bull. A prisão em flagrante, segundo nota expedida pela Secretaria, à qual a Delegacia Especial de Meio Ambiente é subordinada, “foi totalmente baseada na legalidade”. Nesta sexta-feira, a Ordem dos Advogados do Brasil promoveu um desagravo em favor dos profissionais presos, alegando que o escritório, na Avenida do CPA, foi invadido pelos policiais, sem nenhum mandado. O caso ocorreu em Cuiabá (MT).

De sua parte, responsáveis pela Delegacia Especializada relataram que, após recebimento da denúncia, os agentes da Dema foram averiguar a situação do animal. Lá chegando, confirmaram a situação de maus-tratos. “Tanto que o cachorro veio a morrer no dia 11 de abril deste ano, em decorrência da má alimentação e da falta de atendimento veterinário” – diz a nota.

A prisão em flagrante dos advogados Luiz Carlos de Oliveira Assumpção, Luiz Carlos de Oliveira Assumpção Júnior e Augusto Cesar Fontes Assumpção, no dia 21 de março, foi lavrada em razão do impedimento da ação policial, dispositivo previsto no artigo 69 da Lei 9.605/1998 de Crimes Ambientais, que diz “obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de questões ambientais” e no artigo 32, da mesma lei, que trata de maus-tratos de animais.

Com base na Lei, o delegado titular da Dema, Carlos Fernando da Cunha, arbitrou fiança no valor de cinco salários mínimos. A juíza plantonista do Fórum da Capital homologou o procedimento policial, indeferindo o pedido de habeas corpus dos advogados e apenas determinou a redução do valor da fiança para um salário mínino, cada. Os autuados pagaram e foram colocados em liberdade em seguida.

“A Polícia Civil respeita o direito dos advogados de contrapor a ação da polícia, mas reitera que a Delegacia cumprirá com seu papel de apurar e reprimir as práticas de maus-tratos envolvendo animais no Estado de Mato Grosso” – diz a nota da Secretaria de Segurança Pública.

Para os advogados, houve violação de prerrogativas no momento em que a Polícia invadiu o escritório. Eles alegaram ainda que durante a ocorrência, os advogados tiveram celulares apreendidos, que só foram liberados três dias depois, por intervenção do Tribunal de Defesa de Prerrogativas da OAB. Eles passaram a noite na Delegacia e só foram liberados na manhã do dia seguinte após liminar concedida em habeas corpus no Tribunal de Justiça.

Fontes: Diário de Cuiabá24 Horas News

sábado, 16 de abril de 2011

Justiça determina fechamento de empresa de aluguel de cães


O Juízo da 16ª Vara Cível de Curitiba proferiu sentença nesta semana condenando a empresa Feroz Locação de Cães de Guarda pela prática de maus-tratos contra animais. A Justiça determina a paralisação imediata do serviço de locação de cães de guarda prestado pela Feroz, impedindo-a também de desempenhar qualquer atividade envolvendo animais e que importe em criadouro ou canil. Caso descumpra a decisão, a empresa terá de pagar multa diária de R$ 10 mil.

Segundo o juiz, durante o processo ficou demonstrado que a empresa não tem controle do total de cães sob sua responsabilidade, de quantos estariam locados e de onde estariam esses animais. Na sentença, ele afirma ainda que ficou provado que a vacinação e a desvermifugação dos cães não eram feitas com regularidade ou que não havia o cuidado exigido no preenchimento e no controle dos documentos. O número aproximado de cães também é desproporcional à quantidade de funcionários da empresa, tratadores e veterinário, o que demonstra a impossibilidade de prestar atendimento adequado aos cães.

O juiz ainda condenou solidariamente o veterinário da Feroz, que também está impedido de atuar em atividades que envolvam criadouro, canil ou locação de animais e determinou a comunicação da decisão ao Conselho Regional de Medicina Veterinária, para as providências cabíveis.

“As atitudes dos requeridos demonstram a utilização dos animais em benefício próprio, sem a adequada atenção aos princípios do direito ambiental, ferindo o equilíbrio natural ao omitir cuidados e expor os cães a sofrimento” (trecho da sentença).

FONTE: Bem Paraná

PRF (BA) prende policial e mais dois em ação contra rinha de galos

 
Três pessoas foram detidas em Itabuna, região sul da Bahia, a 433 km de Salvador, durante a operação Galo de Briga da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os suspeitos foram presos por roubo de carga, porte ilegal de arma, tráfico de animais silvestres e maus-tratos a animais. Entre os detidos, está um policial militar que realizava rinhas de galo em sua própria casa.
 
A operação apreendeu, ainda, duas espingardas e mais de 50 aves. A ação da PRF contou com a parceria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Companhia Independente de Policiamento Especializada da Região Cacaueira. No total, 12 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça e devem ser cumpridos até o final do dia.

Fonte: Terra

Operação Farra do Boi é reforçada em SC





A proximidade da Páscoa faz crescer a preocupação com a farra do boi. Barreiras e incremento no efetivo são as medidas usadas pelas policias militar e civil para combater o crime. Mesmo assim, no Litoral Norte, oito pessoas já foram detidas e cinco animais precisaram ser sacrificados. Neste ano, as cidades mais preocupantes são Porto Belo e Itapema.

Emiliano Gesser, major do 12º Batalhão da Polícia Militar, fala que a Operação Farra do Boi está em andamento desde o fim do Carnaval, mas na última semana, o trabalho foi reforçado. Porto Belo e Itapema estão com 20 policiais a mais nas ruas. Barreiras fixas e móveis também estão sendo montadas para fiscalizar a passagem de caminhões de transporte animal.

“Os policiais que reforçam operação são de cidades vizinhas, onde não há o registro de farra do boi. Mas, todas as unidades estão de sobreaviso. Se necessário, mais policiais serão chamados”, comenta Gesser.
Nas últimas semanas, farras do boi já foram registradas na região. Em Porto Belo e Itapema, oito pessoas foram flagradas pela Polícia Militar cometendo o crime. Elas foram encaminhadas para a delegacia, onde assinaram um Termo Circunstanciado (TC) e depois foram liberadas. Os animais usados na farra tiveram de ser sacrificados.

“Desde março, nós recolhemos cinco animais que estavam envolvidos em farras. Esses bois precisaram ser sacrificados porque não possuíam o registro de origem”, conta o gerente regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), João Carlos dos Santos.

Gesser reforça que a função da Polícia Militar não é causar conflito e sim evitar o crime, bem como identificar os possíveis farristas. Mas, havendo confronto, de acordo com o major, os militares são autorizados a usar a força policial.

“A Polícia Militar pode intervir com gás de pimenta, bombas de efeito moral e até balas de borracha”, explica.


Como denunciar?

A Polícia Militar conta com as denúncias para agir contra a farra do boi. Quem presenciar alguém cometendo o crime deve ligar imediatamente para o 190. Outro meio é ligar para o 0800-481-717, o disque denúncia da PM.


Fonte: Diário Catarinense

Porto Alegre pode ganhar secretaria de políticas públicas para animais


O prefeito José Fortunati e a primeira-dama Regina Becker entregaram hoje, 13, à presidente da Câmara Municipal, Sofia Cavedon, o projeto de lei que cria a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda). A nova pasta tem como objetivo estabelecer e executar políticas públicas destinadas à saúde, proteção, defesa e bem-estar animal.

Caberá à secretaria gerir ações, em desenvolvimento e futuras, como os projetos Ressocializa e Bicho Amigo, que atua no controle reprodutivo de cães e gatos, combate aos maus-tratos, educação ambiental e guarda responsável. “Este é um projeto inovador que muitas vezes sofre incompreensão. Tratar de animais de rua e das famílias proprietárias desses animais não impede a preocupação com outros assuntos. Quando pensamos numa sociedade mais harmônica e equânime, é impossível que não pensemos no meio ambiente de forma sistêmica, o que tem estreita relação com a nossa qualidade de vida”, ressaltou Fortunati.

O prefeito também destacou que a criação da pasta resulta da necessidade de melhor atender a grande demanda de ações nesta área, que estavam sendo executadas há dois anos pela Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos (Comppad). “A experiência de trabalho neste período nos mostrou que a Comppad não daria conta da demanda. Por isso, decidimos dar um atendimento mais amplo, com políticas coesas e adequadas", explicou.

A primeira-dama salientou que a nova secretaria terá uma visão humanística, considerando que os animais estão inseridos no meio em que vivemos e têm forte vínculo com as pessoas. “Uma das nossas preocupações é com o controle reprodutivo. Estimativas apontam a existência de milhares de cães e gatos nas ruas da cidade.”

De acordo com Regina, o trabalho desenvolvido pela Pasta terá embasamento legal, fundamentado na Constituição Federal e em legislações específicas. “Não podemos desconsiderar os artigos 5º e 225, sendo que este último exerce o papel de norteador na garantia de um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Neste contexto, estão inseridos os animais”, assinalou. A primeira-dama citou, ainda, a Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. “O artigo 32 trata especificamente das punições para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”, destacou.

Atribuições - Entre as competências da Seda estão a articulação e a promoção de políticas para os animais, mediante interlocução com a sociedade, agências nacionais e internacionais e poder público. A secretaria terá autonomia para trabalhar as políticas públicas efetivas para animais em situação de risco.



Fonte: PMPA

sábado, 2 de abril de 2011

Seminário de Leishmaniose debate aspectos jurídicos no controle da doença


A OAB/Jales, através da Comissão de Meio Ambiente, em parceria com a OAB/SP, AJUDAA - Associação Jurídica de Defesa Ambiental e Animal e a Comissão do Meio Ambiente da OAB de São José do Rio Preto realizam nos dias 8 e 9 de abril o 1º Seminário de Leishmaniose Visceral Americana do Noroeste Paulista. O evento será realizado na OAB/Rio Preto, a partir das 8h.

De acordo com a advogada e presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB/Jales, Maria Virgínea Vieri, a proposta do seminário é debater as causas, as medidas públicas de extermínio da doença e os métodos de prevenção da leishmaniose, principalmente na região de Rio Preto, onde o número de casos cresce ano a ano. “Temos inúmeros casos de pessoas que entraram com ações civis públicas na justiça para que seu animal contaminado não fosse sacrificado e tiveram a causa ganha. Isso precisa ser apresentado aos advogados”, contou. A advogada alerta que o Brasil não segue as normas de segurança da Organização Mundial da Saúde e devido a falta de políticas públicas eficazes, muitos cães são sacrificados em vão e ainda assim a doença não pára de avançar pelo país.

O público-alvo do evento são veterinários, profissionais da saúde e do direito.

Os interessados em participar podem fazer sua inscrição enviando um e-mail para: leishmanioserp@gmail.com ou na OAB/Jales pelo tel.: (17) 36322838. Basta doar 1 kg de alimento não perecível ou 2 kg de ração. O que for arrecadado será destinado a instituições de caridade e instituições de proteção animal. As vagas são limitadas.

Cadela presa no Arroio Dilúvio (Porto Alegre/RS) desaparece






Passadas quase cinco horas de tentativa de resgate, não teve um final feliz o drama da cadela presa na tubulação do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre (RS). Apesar dos esforços dos bombeiros, o animal não pôde ser resgatado e desapareceu nos canos, levada pela água.



Com o auxílio de técnicos do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), que abriram uma caixa de inspeção, os bombeiros conseguiram descer na tubulação e avistar o animal. Porém, o local era de difícil acesso e não foi possível resgatar a cadela.

O coronel Humberto Teixeira, comandante do 1º Comando Regional dos Bombeiros afirmou que vai averiguar porque o chamado não foi atendido na quarta-feira, quando as amigas Cristine Vidaletti, 33 anos, e Juliane Araújo, 35 anos, avistaram os animais ilhados no canal. Desde então, elas tentaram mobilizar autoridades na tentativa de salvar os cães, sem sucesso.

“Ligamos para vários lugares, os Bombeiros, a Polícia, o Batalhão Ambiental, e ninguém tinha disponibilidade de vir e salvar os cachorros”, afirma Juliane.





Apesar da desistência dos bombeiros, Cristine ainda tem esperança de encontrá-la: ”Vou ficar lá mais um tempo para ver se ela sai”, afirmou.

Somente nesta manhã, a Associação Riograndense de Proteção aos Animais (Arpa) foi acionada. Com o auxílio de cordas, integrantes da ONG retiraram dois dos cachorros de dentro do córrego. Mas não foi possível salvar a cadela, que foi arrastada pela água assim que a chuva fez o nível do arroio subir

FONTE: Zero Hora

Festa cultural tenta impedir farra do boi em Santa Catarina


Uma festa cultural durante quatro dias na Semana Santa para tentar impedir a farra do boi. O evento está previsto para acontecer em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis. A cidade tradicionalmente tem a maior incidência de casos e, com a Capital, concentra 80% das ocorrências registradas nesta época do ano em Santa Catarina.

O anúncio saiu nesta sexta-feira à tarde no comando-geral da Polícia Militar, em Florianópolis, durante reunião sobre ações preventivas contra a farra do boi. Os promotores de Justiça Luis Eduardo Couto de Oliveira Souto e João Carlos Linhares Silveira acompanharam o encontro.

O prefeito de Governador Celso Ramos, Anísio Soares (PMDB), se comprometeu a realizar a festa popular como forma de mudar o foco da população local que historicamente defende a prática com o boi, a qual é ilegal.

A festa terá shows musicais, gastronomia, ações de lazer e esporte e será sem animais. O prefeito estima gastar até R$ 50 mil e disse que terá apoio do governo do Estado com a Secretaria de Turismo. Entre 2006 e 2007, Anísio tentou regulamentar a farra do boi na cidade com lei municipal, mas ela acabou sendo declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça de SC por 15 votos contrários e seis a favor.

“A minha intenção sempre foi a de organizá-la, protegendo o animal, dando segurança e impedindo abusos. Mas não conseguimos convencer as entidades”, disse o prefeito reclamando de oportunistas que atuam na cidade na semana santa comercializando álcool e drogas.

Ainda em prevenção, a PM, o Ministério Público e outras instituições realizaram concurso de redação sobre como evitar a farra do boi nas escolas de Governador Celso Ramos e Florianópolis. Mais de mil crianças entre nove e 12 anos participaram. Palestras também foram dadas.

Na Capital, ficou definido envolvimento comunitário numa “farra do chocolate” nos bairros Ingleses e Rio Vermelho (Norte da Ilha), quando haverá distribuição de chocolates arrecadados.

O comandante-geral da PM em SC, coronel Nazareno Marcineiro, disse que também haverá ação de repressão contra a farra. Em Governador Celso Ramos, uma das medidas previstas será o envio do batalhão de Choque da PM para fazer barreiras e tentar impedir a ação dos farristas.

FONTE: Clic RBS

quinta-feira, 31 de março de 2011

Governo grego propõe penas mais duras para quem maltrata animais


O governo grego apresentou uma proposta legislativa que visa agravar as penas de quem maltrate animais e a proibição do uso de animais nos circos, segundo anunciou hoje (31) um ministro citado pela AFP. A proposta, que será debatida no Parlamento no dia 15 de abril, prevê uma multa máxima de 30 mil euros e uma pena de prisão não comutável para quem abuse ou trate brutalmente animais e determina a identificação eletrônica de todos os animais.

“O comportamento de cada sociedade relativamente aos animais é uma questão de cultura”, disse a ministra da Agricultura, Milena Apostolaki. “Cada Estado moderno é obrigado a construir um quadro jurídico que garanta uma política animal eficiente”, sublinhou à Rádio Flash.

Na Grécia, são frequentes os casos de abuso e maus-tratos a animais abandonados, muitos dos quais terminam com a morte destes. As principais vítimas são os cães que, nas zonas rurais, são muitas vezes envenenados, enforcados ou mutilados. Além de condenar estas situações, os grupos de defesa dos direitos dos animais chamaram também a atenção do governo para a questão dos animais de circo.

Em 2009, circulou um video amador onde se via um funcionário do Circo Massimo a espancar e a golpear um elefante com um bastão afiado antes de uma apresentação na cidade de Florina.

FONTE: ANDA

Mobilização em Berlim protesta contra projeto de empalhar urso Knut



Centenas de pessoas se mobilizaram contra o projeto de empalhar o urso polar, morto dois dias antes da primavera, e ameaçam realizar manifestações no próximo sábado.

“Knut não pode ser empalhado. Quando é que vocês vão entender a mensagem?”, escreveu Michael S. no livro de condolências on-line do zoo de Berlim (www.zoo-berlin.de), cheio de mensagens do mesmo gênero.
Na internet e nas ruas, admiradores do animal recolhem assinaturas para protestar contra a empalhação e exposição de Knut no Museu de História Natural de Berlim.

Segundo uma pesquisa realizada com 2.400 pessoas e publicada no tablóide berlinense BZ, uma ampla maioria (73%) se opõe a ideia de ver o animal morto exposto em um museu.

As pessoas, com razão, acusam o zoológico, que já arrecadou milhões de euros graças à comercialização de pelúcias e outros produtos de Knut, de querer continuar se aproveitando da “galinha de ovos de ouro”. Eles defendem a cremação do animal.

O responsável pelos ursos do zoo de Berlim, Heiner Kloes, deu menos esperanças aos fãs: o zoológico entregou o corpo de Knut ao museu de história natural, como sempre faz com todos os animais mortos com o objetivo de ajudar na pesquisa, afirmou à AFP.

“Se ele for incinerado ou enterrado em um caixão, ninguém vai tirar benefício disso. E ninguém vai obrigar as pessoas que querem continuar se lembrando dele da forma como era quando vivo a ir ao museu”, acrescentou.

Knut teve uma vida trágica, marcada pela morte de seu irmão gêmeo e pelo abandono de sua mãe, cativou o coração de milhões. Alimentado com mamadeira por seu cuidador, Knut fez sua primeira aparição em público aos três meses de idade para cerca de 500 jornalistas e quase o mesmo número de curiosos.

Em 2008, a morte inesperada de seu cuidador, que se transformou com o tempo em celebridade que posava para revistas, reforçou ainda mais o mito Knut.

FONTE: ANDA

Decisão incomum decide futuro dos assassinos do cão de Quintão/RS



Um passo importante na direção de um país mais justo para os bichos! Após um ano e meio, o processo contra os assassinos do Cão de  Quintão se aproxima dos termos finais. Já há uma sentença condenatória que conduz os réus – incluindo a tia de um dos envolvidos, considerada autora intelectual do crime – à reclusão.

Se a sonora conquista ainda corre o risco de perder força com a troca da pena por serviços à comunidade (algo previsto em lei), há elementos inéditos na decisão, como o fato dos menores de 18 anos envolvidos irem a julgamento e receberem pena exemplar, baseada no art. 32 da Lei 9.605/98, a Lei dos Crimes Ambientais.

Diferente da maior parte dos casos de maus tratos, em que um acordo entre defesa e acusação evita o processo e os acusados apenas pagam multas e são obrigados a prestar serviços comunitários, aqui a ficha dos suspeitos ainda poderá ser marcada e eles deixariam de ser réus primários.

“Trata-se de uma sentença animadora, que cria um importante precedente jurisprudencial, a partir de um caso que gerou reflexão e debate sobre aspectos legais, éticos e filosóficos em relação ao tratamento dispensado aos animais”, resume João Luis Macedo dos Santos, assessor jurídico da ARCA Brasil.
Em outras palavras, a decisão tende a influenciar juristas em processos futuros envolvendo maus tratos aos animais. Macedo também explica que a defesa dos acusados pode recorrer contra a penalidade.


Entenda o crime

Em 20 de junho de 2009, três indivíduos, Erton Medina Cassel, Carlos Cristiano Fagundes Maito, Carlos Israel Ramalho Rocha, entre 17 e 22 anos, se aproveitaram da inocência de um vira-lata de porte médio e o mataram, aos risos, com pauladas na cabeça. Um vídeo com a cena foi postado na internet e a barbárie ficou disponível para todo o mundo. A rápida divulgação do caso pela rede e o escárnio dos envolvidos, expondo o rosto sem qualquer pudor, causou revolta e fez com que o inquérito policial tivesse início imediato.
Interpelados pela justiça, os responsáveis assumiram a culpa e mostraram aos policiais onde enterraram a vítima. Na tentativa de justificar o ato covarde, alegaram que a mandante do crime teria sido, Fátima Regina Soares Fernandes, tia de um deles e dona do cão, que supostamente teria ferido suas galinhas.

FONTE: ARCA

Mais de 200 pássaros apreendidos em União dos Palmares (AL)



O Batalhão de Policial Ambiental (BPA) apreendeu mais de 200 pássaros silvestres, nesta terça-feira (22), no município de União dos Palmares. Num carro que trafega pela rodovia BR-104, foram encontrados 160 pássaros. O veículo era conduzido por Durval Canuto da Silva. Na casa do condutor, foram achados mais 70 pássaros.

Os animais apreendidos foram levados ao Centro de Triagem do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Eles estavam desidratados e famintos. Os pássaros foram colocados em viveiros separados e receberam água, alimentos e medicamentos.

FONTE: ANDA

A história de Pinpoo se repete: gato perdido no aeroporto de Porto Alegre


Mais um animal sumiu no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). Desta fez foi um gato, Tody, que deveria ter ido para o Pará junto com os seus tutores, mas até agora não foi encontrado. O gato Tody, de um ano e três meses, desapareceu em janeiro.
O animal foi despachado em um voo que seguiu para o Pará. Os tutores também embarcaram, mas antes que o avião decolasse, o felino escapou da caixa. Um funcionário da Infraero, empresa que administra os principais aeroportos do Brasil, afirmou que viu o gato no aeroporto.
Esse não é o primeiro caso de fuga de um animal de estimação durante o embarque no Salgado Filho. A história de Pinpoo ganhou repercussão nacional depois que o cachorro ficou 14 dias desaparecido. Policiais militares do batalhão de aviação encontraram Pinpoo em um hangar.